21 de jan de 2009

ikki Online

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M






Ontem saboreei pela primeira vez o travo da descoberta quando tomei conhecimento de que o meu amor, mais que platónico e plenamente secreto, está de caso com a “sobrinha”. Estou, pois claro, a falar do Milo e da Hayden (de quem simpatizava até então).
Estou de rastos… Agora, sou capaz de compreender a dor, o coração dilacerado de quem é trocada por uma menina de 18 anos… Snif!

18 de jan de 2009

Slumdog Milionaire


Depois de uma madrugada revendo «The It Crowd», um agradável serão... soberbo!

16 de jan de 2009

Just once in a very blue moon

"There's a blue moon shining
When I am reminded of all
We've been through"

12 de jan de 2009

Morremos. Morremos sempre num amor que terminou. Porque aos poucos cessou um sentimento que dava sentido a essa espera desmedida. Porque desvaneceu a ilusão de futuros partilhados.
E simplesmente morre, quando morre em ambos e cada um segue o seu caminho. Ou morre num e não no outro. A tristeza num, em não retribuir o amor que o outro sente. Noutro a dor da inutilidade da vontade de dar.
Então, o amor é triste. Tão triste quando atinge profundezas e as pessoas anseiam e não podem dormir nos braços uma da outra. É quando chega o desespero, o ciúme, a desconfiança e o sem sentido de se sentir um sentimento tão vil.
A paixão, essa é dor. Uma dor forte. Um desejo louco de estar perto da outra pessoa, de saber onde está o que faz, o que pensa. Pensar nela todos os momentos do dia. Ser o primeiro pensamento ao acordar. Ser o último pensamento ao adormecer.
Toda esta escravidão pode não ser boa, mas não deixa de ser a única coisa que dá sentido à nossa vida. Porque quando a paixão chega, cega-nos e deixamos de ver e, sobretudo, de sentir tudo o que nos rodeia.

11 de jan de 2009

j'aime les hommes qui ont les yeux brillent

4 de jan de 2009

Introdução ao calão


O Calão - geralmente designado como uma linguagem especial usada pelos fadistas, vadios, ciganos e afins - é retratado por Afonso Praça, como "o conjunto de termos particulares usados por certos grupos sociais e profissionais".

No tão nosso Calão, Afonso Praça, afirma ainda que se fundem "termos que entram na categoria daquilo que se designa por obscenidades". Acrescenta que "quer se queira quer não, fazem parte da língua portuguesa e contribuem para a enriquecer cada vez mais".

Cruzes virgem santíssima!
"H -Vou-me fazer ao piso.
M - É. Toma cuidado. Não vá estar o piso escorregadio e tu partires os dentes todos!"
(Fazer-se ao piso - fazer uma tentativa para abordagem amorosa)

O cházinho

Dizia-se, já no tempo da minha avó, que para ganhar o verdadeiro amor de um homem, não existia mezinha mais certeira que " a água de cu lavado".

Ora, seguindo vivamente os conselhos da minha avózinha, aqui sugiro um modo de criar oportunidade para colocar em prática a mezinha:

(Quando o homem em questão se encontra hesitante por se deitar...)
- Anda dormir.
Vá, vem. Eu faço-te um cházinho com água de cu lavado.

Ofir



"OFIR (pov. freg. Esposende, conc. Esposende) - A lenda pretende ter sido aqui que existiu a fabulosa Ofir de Salomão, a cidade histórica e quase lendária do Mundo Antigo, conhecida como produtora e exportadora de ouro, e cuja situação geográfica exacta se desconhece, mas se admite ter pertencido à àrea do Índico. Cidade rica e famosa, cujas referências históricas constam sobretudo do velho testamento, em que se narra que Salmoão mandou navios do rei de Tiro a Ofir e Tarsis, os quais traziam «paus odoríferos, pedras preciosas, ouro e prata, dentes de elefante, bogios e pavões», materiais empregues na construção e guarnecimento do Templo de Salomão e dos seus palácios. Fundada, em 1944, por um grupo de pessoas que resolveram aqui, no pinhal junto ao mar, construir casas de veraneio - três anos depois era edificado um hotel e em 1949 já existiam cerca de 40 habitações."

Um dia espero vir a perceber o senhor João Fonseca, que afirma a minha bela praia de Ofir como sendo pertencente a uma freguesia de nome Esposende, que tem base no Concelho de Esposende.

Afinal, vivi 22 anos na margem norte do Cávado sem sequer desconfiar! E esta hein?